Conheci o abandono da humanidade através dos olhos chorosos da minha bisavó. Na voz, tremida, a percepção de quem dá trabalho aos outros sem nada ter para dar em troca. A fragilidade incapacitante dos ossos e da pele. E do cérebro. O mau estar de quem mal está.

Choras com pouco, eu choro contigo.

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