Alimento a solidão com calmantes esperando não padecer, novamente, com a ansiedade. Desejo a apatia. Hoje. Amanhã não sei. Sinto o desprendimento das pessoas para comigo. É cansativo ser um mendigo de afectos. A apatia assusta mais, mas fere menos. Anseio pelo dia em que alguém me liberte deste cérebro. Ou apenas me abrace e perceba que eu sou real.

Anúncios